João Reis da Cruz, Sacerdote (Tata do candomblé)E-mail: joaoareiscruz@gmail.com tel 99095620
dar-me-ei a você
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Boa noite, ah se tu me deres um jardim eu te darei um bosque mas se não me deres jardins mesmo assim dar-me-ei a você do jeito que sou na mais pura forma de ser seu. Do poeta João Reis
Seja confiante. Tenha Amizade. Dê e receba afeto, respeito, confiança neste novo ano vindouro, Só o amor nos conduz à prosperidade, saúde e felicidades. O poeta sabe que amor existe e ele ama você. Bom ano, veja que na palavra ano se trocar o n por m a palavra igual amo. E lembre-se ninguém pode dizer por você: Amo Desejo o “eu amo” recíproco durante todos os anos vindouro Do poeta de sempre João Reis.
Vim, para tirar a roupa. Deixou-me voltar vestido. Vim para ficar. Chamou-me para ir embora. Não volto não! Se voltasse não haveria motivo para ficar. Do poeta João reis
Virei um gênio! Não! Não e não tenho gênero! Sou que nem jacaré, lagartixa, sapo, cobra, mosquito, onça, leão e etc Sim! Sou uma pessoa sem gênero. Ninguém me julga no meu beijo, na minha mão dada! Está-se por cima e/ou por baixo! Livre dos padrões! Sim! Sou uma pessoa sem gênero. Não tenho preceito nem preconceito! Rasguei o sofrimento ocidental! Sou bicho, macho, fêmea sei lá mais o que! Sim! Sou uma pessoa sem gênero. Livre sem gênero, Dessa porra fundida que nos prende Pela cintura e nos deixa no meio de nada! Sem prazer sem fazer sem ser, para ser só gênero. Papo do poeta sui generis! É a liberdade da poética de deixar de ser, Para ser genial Pode crê tô sem gênero! Do seu na natureza sem gênero João Reis
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