Adolescente com a identidade de adulto.

 



Até 35 anos era um adolescente com a identidade de adulto,

Nem sei Compadre se ainda resta pouco e/ou muito disto!

Como Compadre? 

De ser interpreto, feliz e sorridente!


Na adolescência pensa mil coisas em segundo!

Sem a solidez do agora 

Apaixonar  irresponsavelmente  

Simplesmente  apaixonar-se,     


Liderar sem liderança 

E é seguido pela pura ingênua confiança afetiva 

O amigo e os amigo as vezes tudo no mesmo saco

Os sons dos amigos nos leva ao lugar e a lugar nenhum


Entregar-se pelo sentimento do desejo 

E sonhar com a inocente do beijo  

Se descobrir coberto 

Tudo de forma tenure e eterna 


As  ilusões Compadre que preocupa e ocupa?

Sei não Compadre! Não tive celular na adolescência.

Era sem estragão, faça a cara, tico e  troque ………,

Não ficava na  zorra da jaula da mídia digital. 


Não me baseava em nada só na pura reflexão 

O gozo era gozado, na revista no livro pesado 

Descobrir, reconhecer em si dava prazer 

Não era ousadia, o corpo comunicando.


Mas compadre como iniciou esse papo?

Creio que foi o olhar para ontem

As saúdes do vivido

Sem amargura, culpa ou suplício!


Do seu poeta adolecente e vivendo da lembrança do vivido. João Reis 

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